Ex-Presidentes da FCDL

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Clemente Dalmoro

Gestão 1976-1977

Clemente Dalmoro é natural de Marau-RS e aos dois anos de idade veio residir com a família na cidade de Descanso – SC e após, em São Miguel do Oeste -SC. Casado com Geltrudes é pai de cinco filhos. Lembra o início da vida empreendedora quando vendia revistas numa banca, em frente ao estabelecimento que até hoje tem a gráfica Dalmoro, na Rua Sete de Setembro, gerida por um de seus filhos. A banca de revista, entretanto, não era suficiente para a expectativa de empreender, por isso, começou a agregar outros serviços como a papelaria. Em oportunidade futura, pode adquirir com dinheiro financiado do seu pai a gráfica, tipografia, dos então proprietários, Valdir e Adair Buzzatto. A partir disso, focou nesse empreendimento. Recorda que as reuniões do clube aconteciam também na sua loja e que o início, foi com base no incentivo de outras instituições, tendo como exemplo, outras CDLs que já existiam. Lembra da dificuldade de conseguir associados, pois muitos não acreditavam no SPC. Foram inúmeras viagens feitas em convenções e eventos para aprimorar as informações do novo bureau de crédito, como à Fortaleza-CE. Dalmoro foi o primeiro diretor/presidente de SPC, em 1974, na época um departamento a parte da CDL. E essa foi a porta de entrada para o Clube de Diretores Lojistas. Com a necessidade de ter uma secretária para o SPC, foi contratada a Ernita Ferrari que auxiliava no administrativo e operacional do serviço de SPC. Investiram em capacitação, enviando-a Chapecó-SC para treinamento e adaptação nas funções. Recorda que o Prefeito da época, Sr. Hélio Wassun cedeu uma sala na Prefeitura para a instalação do departamento do SPC. Lembra das diversas visitas ao CDL de Chapecó-SC para estruturar a CDL daqui. E que, posteriormente, serviram de base para a CDL de São Miguel do Oeste – SC atuar na fundação de outras CDLs no entorno. Lembrando da atuação de outros clubes, Clemente diz que a Associação Comercial apesar de ser mais antiga que a CDL, por muito tempo ficou com suas atividades paralisadas, e que a CDL prestou apoio para que a entidade também pudesse atuar de forma mais efetiva. O ex-presidente acredita que uma das razões para a CDL ter se fortalecido, na época, foi justamente pela existência do SPC que era um serviço necessário aos empresários locais. Isso fez com que, por diversas oportunidades, houvesse interesse da Associação Comercial se unir a CDL e fazerem uma só entidade, porém, os dirigentes lojistas não consideraram viável junção.